quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

2017- dez - Boas Festas! Votos do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade



A direção do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade deseja a toda a comunidade educativa votos de um Bom Natal e Feliz Ano Novo cheio de sucessos pessoais e profissionais.

20 dez - Natal - Exposição do 1º e do 5º ano de escolaridade - Átrio da Biblioteca







6 a 8 dez- «Queres ser meu amigo?» - 1º ano de escolaridade - EB/JI FELICIANO OLEIRO

«Queres ser meu amigo?» de Eric Carle foi a proposta de leitura feita ao 1º ano de escolaridade da EB/JI Feliciano Oleiro. 

Um ratinho parte pelo mundo fora à procura de um amigo e, após várias tentativas frustradas, lá vê o seu sonho realizado.  

Oa alunos participaram na leitura ativamente, dramatizando-a,  fizeram-no com todo o interesse, conversaram sobre a importância da amizade, do amor e da família nesta época festiva e elaboraram um conjunto interessante de ilustrações que foram expostas no átrio da biblioteca, assemelhando-se a uma mágica montra de brinquedos. 






Refere Ana Margarida Ramos num comentário sobre esta obra, na Casa da Leitura

«com uma estrutura narrativa muito simples, suportada pela repetição e pelos paralelismos, o álbum articula a dimensão verbal e a visual, criando uma narrativa que explora a criação de expectativas, a antecipação de hipóteses interpretativas e a surpresa quanto ao desenlace. Promovendo uma leitura em paralelo do texto e das imagens, que se prolongam para lá do limite da dupla página, estabelecendo fios coesivos ao longo da obra, o livro desenvolve, com simplicidade mas extraordinária eficácia, as competências do pequeno leitor, potenciando o diálogo e releitura.».


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

6-dez - A Prof. Manuela Caeiro a ...« ler a meias»... na EB1 Feliciano Oleiro

A ler a meias... na EB1 Feliciano Oleiro

A Professora Manuela Caeiro, uma querida amiga e voluntária de leitura,  fez-nos a sua primeira visita deste ano letivo, no dia 6 de dezembro, no âmbito do projeto «Ler a meias» e deixou-nos este interessante apontamento:  
«Foi dia de regresso... e apresentações.
Foi dia de saber de onde são originários os pais e avós destes alunos do quarto ano e assim determinarmos o fio das leituras que faríamos através do mundo, ligando comunidades e culturas...
Os meninos têm família espalhada pelo mundo inteiro, mas os ascendentes estrangeiros são sobretudo de Angola, Brasil, Moçambique, Espanha, China... e mais, muito mais.



Então (em ambas as turmas) começámos por uma lengalenga e fomos pelo mar fora: Era uma vez/ um barquinho pequenino/ que andava/ sempre sempre/ a navegar. Passaram-se uma, duas, três........
Acostámos a Angola, e fomos à aldeia de Nga Maria e Sô Policarpo e seus filhos.
Demos à costa do Brasil e conhecemos a professora Dona Sofia e o carteiro, Seu Ananias...
Ouvimos falar do amigo espanhol (no 4ºA) e do amigo chinês (no 4ºB)...
Vimos bonecas africanas que serviram para ver capulanas, falar de costumes diferentes, comparar a vida da aldeia e da cidade, observar um pilão, abrir o apetite para outras comidas...
Um aluno do 4º B relacionou os colares da boneca sul-africana com os das mulheres tailandesas e leu-nos a justificação desse uso! (Um excelente momento do Ler a meias...)

E agora um segredo (shiu!): a professora Manuela, do 4ºA, foi minha aluna de Língua Portuguesa!...
Foi um dia em cheio, cheiinho de viagens e poesia...»


Bibliografia:
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Leonel Neves, Amigos em todo o mundo, Livros Horizonte
Maria Celestina Fernandes/Filipe Goulão, A árvore dos Gingongos, Editora Grecima

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

7 dez- 2017 | Divulgamos- Bonecos de Estremoz - Património Imaterial da Humanidade - UNESCO

UNESCO declara Bonecos de Estremoz como Património Cultural Imaterial

     A UNESCO classificou hoje como Património Cultural Imaterial da Humanidade a produção dos "Bonecos de Estremoz", em barro, uma arte popular com mais de três séculos.
     A classificação da "Produção de Figurado em Barro de Estremoz", vulgarmente conhecida como "Bonecos de Estremoz", foi decidida na 12.ª Reunião do Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) para Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que decorre na Ilha Jeju, na Coreia do Sul, até sábado.
     A decisão, que ocorreu pelas 01:05 (hora de Lisboa), foi bastante celebrada pela comitiva portuguesa que durante os festejos exibiu exemplares de "Bonecos de Estremoz".
Presente na sessão, o embaixador de Portugal na Coreia do Sul, Manuel Gonçalves de Jesus, mostrou-se "bastante satisfeito" com o reconhecimento da UNESCO. (…) O diplomata saudou ainda os responsáveis da candidatura portuguesa, principalmente os artesãos que produzem os "Bonecos de Estremoz".
     O presidente do município de Estremoz, Luís Mourinha, também já se manifestou "muito feliz".

"No fundo é um momento grande da história de Estremoz em termos da sua classificação, das suas gentes, porque o figurado de barro representa tudo o que é o trabalho, tudo o que é a dificuldade dos alentejanos e dos estremocenses em particular", disse o autarca à agência Lusa.

     De acordo com Luís Mourinha, a UNESCO valorizou os "Bonecos de Estremoz", uma arte popular em barro com mais de três séculos, pela "visão do artista, do artesão sobre a sua envolvência". (…)
     Os "Bonecos de Estremoz" pertencem a uma arte de caráter popular, com mais de 300 anos de história, tendo sido o primeiro figurado do mundo a merecer a distinção de Património Cultural Imaterial da Humanidade, na sequência da candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Estremoz, no distrito de Évora.
   A candidatura teve como responsável técnico o diretor do Museu Municipal de Estremoz, Hugo Guerreiro.
     Com mais de uma centena de figuras diferentes inventariadas, a arte, a que se dedicam vários artesãos do concelho, consiste na modelação de uma figura em barro cozido, policromado e efetuada manualmente, segundo uma técnica com origem pelo menos no século XVII.

     Em Estremoz, trabalham atualmente nesta arte emblemática Afonso e Matilde Ginja, Célia Freitas, Duarte Catela, Fátima Estróia, Irmãs Flores, Isabel Pires, Jorge da Conceição, Miguel Gomes e Ricardo Fonseca.

Texto: Extracto |  Diário de Notícias (DN), 7 de dezembro de 2017