segunda-feira, 5 de novembro de 2018

70.º aniversário - Declaração Universal dos Direitos Humanos

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

«No corrente ano de 2018, assinala-se o 70.º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), e os 40 anos da sua publicação oficial no Diário da República em Portugal, bem como o 40.º aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), que consumou a edificação entre nós do Estado de direito constitucional, nos termos da Constituição da República Portuguesa de 1976.


Reconhecendo a importância histórica de que se reveste a aprovação da DUDH pela Assembleia Geral das Nações Unidas, reunida na sua terceira sessão, em Paris, a 10 de dezembro de 1948, e a aprovação da CEDH em Roma, em 1950, no âmbito do Conselho da Europa, entende o Governo ser seu dever reafirmar a adesão de Portugal, à mensagem humanista e universalista tão claramente projetada nos dois documentos fundacionais que pretende comemorar: a Declaração, que esteve na génese de uma ordem jurídica global baseada na dignidade humana, e a Convenção, que no âmbito europeu constitui um garante maior de que os direitos humanos são integralmente respeitados pelas Partes que a ela se vincularam.
A República Portuguesa reconhece, valoriza e promove os direitos humanos em todas as instâncias. Portugal pugna pelo cumprimento das obrigações que assumiu em virtude da sua adesão a estes instrumentos internacionais e contribui ativamente, nos fóruns regionais e internacionais competentes, para o desenvolvimento e aprofundamento dos Direitos Humanos enquanto ramo vivo do Direito Internacional.
O Governo considera, por isso, ser pertinente e oportuna a comemoração destas duas importantes efemérides. Desde logo, como ocasião simbólica para divulgar os direitos humanos, conferindo-lhes maior visibilidade, e para estimular o debate público sobre os mesmos, tendo em conta a realidade nacional, fomentando a reflexão sobre a forma de exercer plenamente a cidadania e de criar uma consciência coletiva dos direitos e obrigações dos cidadãos. Nesta perspetiva, sem prejuízo de outras vertentes de ação que possam vir a ser exploradas, o Governo considera essencial promover iniciativas educativas, em contexto escolar, destinadas a crianças e jovens, que visem a aprendizagem sobre os direitos humanos.»

in Resolução do Conselho de Ministros n.º 48/2018


31 out e 1 nov | "Pão-por-Deus" e Halloweeeeennnnn!!!!!!

"Pão-por-Deus"  e   Halloweeeeennnnn!!!!!! 

Tradição! :)

Chegou a época assinalar o Dia dos Fiéis Defuntos ou Finados, pedir o «Pão-por-Deus» e de celebrar o Halloween! 

A biblioteca escolar divulgou alguns títulos da sua coleção relacionados com a literatura fantástica que, de certo modo, traduzem o espírito desta época:




Dentro das tradições celtas, lembramo-nos também dos «caretos» de Podence, que remontam à época pré-romana.  





Por cá recordamos também uma tradição portuguesa desta época, o «Pão-por-Deus»: 

Lá vai o meu coração
Sozinho sem mais ninguém
Vai pedir o Pão-por-Deus
A quem quero tanto bem.


E, por último, pedimos de empréstimo ao blogue Pumpkin-Famílias Felizes a seguinte resenha sobre a tradição portuguesa do Pão-por-Deus: 

«Em Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro, arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.
Na aldeia de Vila Nova de Monsarros, as crianças faziam os “santórios”, recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.
“Em Roriz, não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fíeis de Deus.”
Nos Açores, dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.
Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir “pão-por-deus” nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.»

Tradição! 

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

2018 - Outubro | Miúdos a votos - 3ª Edição

Durante o mês de outubro, as turmas do Agrupamento de Escolas Andrade, do 1º ano de escolaridade ao 12º ano, participaram na iniciativa Miúdos a votos- 3ª edição, organizada pela a RBE - Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior, que «organizam a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses. Às crianças e jovens, será dada a possibilidade, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostaram até hoje».

No primeiro ciclo, os alunos aprenderam o sentido e o valor do voto, o que significa viver em democracia e em liberdade e debateram sobre estas questões. O que é uma urna, uma mesa de voto, que tipo de eleições existem no nosso país foram algumas das dúvidas esclarecidas. Comprometeram-se, por último, a convidarem os familiares maiores de 18 anos a votarem nas próximas eleições.  

Escolheram o seu livro preferido e pesquisaram, alguns, pela primeira vez na internet. Votaram. constituiu-se a mesa de voto e os boletins de voto entrados na urna foram contados. 


Os resultados eleitorais a nível nacional dos Miúdos a votos- 3ª edição serão apurados pela Pordata e tornados públicos numa cerimónia a realizar a 31 de maio, em local a designar, que contará com a participação de escolas envolvidas. 

Divulgamos, abaixo, o calendário das eleições nacionais, de 2018 a 2021, publicado pela CNE - Comissão Nacional de Eleições. 



Filme da Comissão Nacional de eleições: «Votar como? Porquê? Para quê? Ouve mas é o Diogo Sena a explicar e vá, pára lá de te queixar». #paradetequeixar



Ler mais aqui!

Para saber mais consulte o sítio da CNE-Comissão Nacional de Eleições

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Divulgamos - Revista da Casa das Ciências

Revista da Casa das Ciências



O Poder das Comunidades | Editorial 

(...) 

A Casa das Ciências também começou como um projeto digital para ser sustentado por uma comunidade. Esta Revista de Ciência Elementar (RCE) e a WikiCiências, projetos gerados pela dinâmica da Casa, são esforços singulares no panorama português e muito possivelmente no universo da língua portuguesa. A minha muito breve experiência como editor convidado desta revista permitiu-me tomar consciência da enorme riqueza da sua pluridisciplinaridade e da necessidade de fazer crescer a comunidade que a sustenta. Quantas revistas conhece o leitor, que abordem com qualidade e rigor todas as áreas da Ciência, numa abordagem acessível ao grande público, e em língua Portuguesa?(1) O sucesso dos encontros promovidos pela Casa mostra que existe potencial para fortalecer e alargar a comunidade de produtores e utentes da Revista, quer ao nível do Ensino Básico e Secundário, quer ao nível do Superior. 

Para terminar então, aqui fica um apelo sobretudo aos que estão demasiado ocupados para prestar atenção a qualquer tipo de ciência, que seja apenas, elementar. Abram a revista, folheiem-na e vejam se não vale a pena fazer parte da comunidade que a produz e consome. Estarão a contribuir para o prato positivo da balança dos benefícios/malefícios das novas tecnologias digitais. Ler mais aqui

João Lopes dos Santos 
Editor convidado

(Excerto do editorial da revista V6/03, Setembro 2018)


(1) Itálico nosso


CASA DAS CIÊNCIAShttps://www.casadasciencias.org/cc/

Edulog da Casa das Ciênciashttps://rce.casadasciencias.org/rceapp/

Créditos da imagem: MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer) da NASA

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

22-outubro - Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Por ocasião do Dia Internacional das Bibliotecas Escolares temos o privilégio de divulgar a mensagem de S. Exa. a Comissária do Plano Nacional  de Leitura 2027, Teresa Calçada.






No Dia das Bibliotecas Escolares, o Plano Nacional de Leitura 2027 felicita as Bibliotecas Escolares portuguesas pelo seu trabalho diário de formação de leitores.

A biblioteca escolar destaca-se pela sua centralidade física e simbólica, constitui-se como um espaço físico e digital aberto, onde todos são bem-vindos, incrementando a ideia de uma cultura de leitura e escrita nas escolas.

Aprender a ler e ler para aprender são processos fundadores indissociáveis da ideia de educação. É necessário que na escola se leia de todas as maneiras, de forma autónoma e orientada, individualmente, a par e em grupo, em voz alta e silenciosamente, de forma extensiva e intensiva, sempre e em todo o lado, para aprender a manejar a informação de forma ética e crítica, estruturar o conhecimento, melhorar a aprendizagem e aumentar o sucesso educativo.

Com o objetivo de dar resposta a esta necessidade, o Plano Nacional de Leitura e as bibliotecas escolares juntam esforços para, colaborativamente, promoverem:

- a inclusão de períodos diários para a prática individual da leitura pelos alunos, com a iniciativa "10 minutos a ler";

- a gestão e o empréstimo às turmas de caixas com conjuntos de livros iguais para serem lidos sob a orientação do professor;

- a celebração de contratos de leitura autónoma com os alunos, tendo em conta as recomendações e as sugestões do Plano Nacional de Leitura 2027;

- o empréstimo e a circulação de livros entre a escola e a casa dos alunos para a leitura em familia;

- concursos, projetos, iniciativas várias que contribuem para fazer leitores.

1. É essencial que existam espaços, tempos e oportunidades nas escolas para estimular o prazer de ler. A aquisição de hábitos de leitura e do prazer de ler exige uma prática regular da leitura, o envolvimento emocional e a motivação pessoal dos leitores através de um exercício livre e voluntário. O acesso facilitado a um espaço de liberdade, de leitura independente, de iniciativas diversificadas de caráter informal concorre para estimular o prazer de ler e formar leitores para a vida. Sendo também um espaço para brincar e aprender de forma recreativa, a biblioteca escolar desenvolve, através dessa diversão em grupo, as capacidades intelectuais, linguísticas e socioafetivas dos alunos.

2. Hoje não basta saber ler. É necessário ler muito bem, independentemente do que lemos, das razões por que lemos, das linguagens, dos textos, dos meios, dos suportes e dos lugares físicos ou virtuais em que nos encontramos, e para isso é exigida uma competência muito sólida em leitura e escrita. Esta exigência de aquisição de uma nova competência leitora e de novas literacias implica repensar os ambientes e os modos de aprendizagem atuais. As bibliotecas escolares têm, neste contexto, um papel catalisador.

3. A biblioteca escolar é um espaço de leitura funcional e informativa, autónoma, onde se descobre e se sustenta o gosto pelo saber, onde é possível ler, investigar e usar de forma livre e com segurança todo o tipo de recursos, impressos e digitais, independentemente do seu formato e da forma de acesso, presencial ou online.

4. Como não só de literacia verbal se faz hoje a leitura, é também possível na biblioteca desenvolver muitas outras formas multissensoriais que se combinam cada vez mais com a palavra escrita e oral, dando lugar a uma nova multialfabetização ou transalfabetização que também a biblioteca deve acolher.

5. A escrita hoje, induzida por novos ambientes digitais e dispositivos móveis, faz-se maioritariamente em ecrãs, associando-se cada vez mais à oralidade e a outras linguagens e formas gráficas e visuais de comunicar, através do Facebook, do Youtube, do Instagram e de outras redes sociais. Por exemplo, como estratégia de motivação e pretexto para o exercício criativo da leitura e da escrita, pode recorrer-se às práticas correntes de escrita dos jovens em plataformas de Fanfic, grupos de leitura e escrita no GoodReads e Wattpad, produção de booktrailers, aplicações de storytelling, etc.

6. Hoje em dia, não só consumimos mas também produzimos informação. As bibliotecas são um espaço de produção e comunicação da imagem e da palavra, onde é possível aprender a trabalhar com tecnologias, plataformas e ferramentas digitais para a criação, a representação e a partilha da informação e do saber, independentemente da sua natureza, suporte ou formato.

7. A leitura é uma atividade social e as bibliotecas, um espaço público comunitário de encontro, empatia e inclusão, onde é possível socializarmo-nos e abrirmo-nos a outros olhares, realidades e modos de viver, ler e sentir.

8. As bibliotecas escolares são, igualmente, um espaço performativo de fruição estética e expressão cultural, onde se pode participar em atividades festivas, eventos artísticos e experiências vivas de leitura explorando a dimensão ostensiva, cénica e pragmática da leitura e dos textos.

Aos professores bibliotecários, aos coordenadores interconcelhios, aos docentes e a todos aqueles que, todos os dias, constroem leitores nas e com as bibliotecas escolares, uma saudação especial no Dia das Bibliotecas Escolares.

Ler na fonte: http://www.pnl2027.gov.pt/np4/diadasbibliotecasescolares.html

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

19, 20, 21-outubro- Divulgação- FESTIVAL READ ON - Solar dos Zagallos-Sobreda - Almada

 UM FESTIVAL PARA LER

Divulgamos o Festival READ ON que decorre nos dias 19, 20 e 21 de outubro no Solar dos Zagallos, na Sobreda, no Concelho de Almada. Não perca!

Como levar os jovens entre os 12 e os 19 anos a ler? 

Desafio lançado pelo projeto europeu READ ON, que entre 19 e 21 de outubro vai levar ao Solar dos Zagallos convidados como Carlão, Bárbara Bandeira, Jorge Serafim num festival que tem escrita, leitura, conversas, banda desenhada e muito mais. 

Entrada livre.


Programa: https://issuu.com/cmalmada/docs/readon2018

Notícia da

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Outubro | MIBE 2018 • Eu ♥ biblioteca escolar


O Dia Internacional da Biblioteca Escolar será assinalado na quarta segunda-feira de outubro, dia 22.

A partir do tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM) em 2018, "Why I love my school library", a RBE procurou uma formulação que melhor traduzisse para a língua portuguesa a ideia transmitida, optando-se por uma linguagem híbrida em que todas as gerações se reveem:







Para além das propostas da IASL disponíveis aqui, a Rede deBibliotecas Escolares lança o habitual desafio, para assinalar o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) e celebrar a importância das bibliotecas e de tudo o que têm de bom. 

Desafio para os alunos: 


A partir do lema e com a hashtag #Eu♥BE, a RBE convida os alunos a demonstrar a sua relação com a biblioteca escolar.
Instruções:
- Criar uma frase, um meme, uma foto, um vídeo, … original que ilustre a sua ligação à biblioteca escolar;
- Partilhar no Facebook e/ou no Instagram com a hashtag #Eu♥BE.

A RBE divulgará nos seus canais as propostas mais criativas que surgirem. 

(...) Ler na fonte

1 Outubro 2018 - Mensagem do Plano Nacional Leitura2027 | MIBE

        Por ocasião do MIBE-Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, temos o privilégio de divulgar a mensagem de S. Exa. a Comissária do Plano Nacional  de Leitura 2027, Teresa Calçada.

 Aos leitores

         Ler é um prazer. Mas só para alguns. Para quem cresceu entre livros, por exemplo, e conquistou, a cada página lida, o gosto pela leitura. Ao mesmo tempo, descobriu que cada livro guarda dentro outros mundos, outras pessoas, outros lugares, outros tempos, outras memórias, outras formas de ser, de estar, de sentir, de comunicar, de rir... E essa descoberta, intimamente ligada à preservação da capacidade de espanto que caracteriza a infância, terá sempre alimentado a vontade de continuar a ler. Por prazer, não por obrigação.
     Não é muito diferente do que acontece com outras atividades que preenchem o nosso quotidiano, como comer ou fazer exercício físico. Comer pode ser um prazer, para quem desde cedo aprendeu a distinguir o sabor dos alimentos; fazer exercício físico também pode ser um prazer, para quem cresceu a fazer cambalhotas e pinos, a jogar à bola e a correr atrás dos amigos. É certo que todas estas atividades, sendo à partida naturais, implicam depois uma decisão e uma prática. No caso da leitura, essa decisão e essa prática dependem, muitas vezes, de quem nos rodeia: das famílias, dos amigos, dos professores... Se quem nos rodeia tiver a capacidade de nos contaminar com boas leituras, leituras que alimentem a nossa curiosidade e estimulem a nossa imaginação, de certeza que cresceremos leitores.
       É também esse o momento em que se torna fundamental o papel do Plano Nacional de Leitura, fornecendo coordenadas para que a leitura se torne um prazer, isto é, sugerindo livros capazes de entusiasmar não apenas os que já são leitores, como aqueles que ainda não são. Funciona como um mapa, útil em qualquer viagem, sobretudo em viagens por territórios desconhecidos, e pode ser usado para orientar leitores de todas as gerações. Assim como para dar pistas para que as famílias e os professores saibam o que partilhar com os leitores mais novos, e até entre si.
        Essa troca — de professores com alunos, de famílias com professores, de pais com filhos — é essencial para formar leitores e para, no meio das dezenas de livros que são diariamente publicados em Portugal, distinguir os melhores. Só deste modo será possível criar uma rede em que os livros, escolhidos por especialistas, possam circular pelas mãos dos leitores, os que já o são e os que se tornarão. A leitura implica essa prática. E essa conquista.



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

2018-2019 - As bibliotecas do AEAA desejam um bom ano letivo!


As bibliotecas do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade desejam a toda a comunidade escolar um bom ano letivo! Visite as bibliotecas, participe nas atividades, requisite livros, veja filmes, utilize a sala multimédia! 

Pode seguir a biblioteca: 

1-no Blogue: http://bibliotecadoagrupamentoanselmode.blogspot.pt/ 


 2- no Twitterhttps://twitter.com/aeaa_biblio 



 No blogue, leia e pesquise sobre várias temáticas em sites de referência, cujas ligações surgem indicadas no lado direito.  Encontrará ligações para o Instituto Camões, na Biblioteca Digital, a Casa Fernando Pessoa, Arquivo Pessoa, a Proteção Civil, a PorData, a Casa das  Ciências, a Academia Khan, a TedTalks, entre outros. Aprenda línguas, matemática, ciências e outras matérias do seu interesse. Exercite a sua curiosidade! Não cesse de se questionar sobre o mundo que o rodeia! 



Votos de bom trabalho!





terça-feira, 30 de janeiro de 2018

31 jan | Cerimónia de lançamento do Prémio Mário Ruivo – Gerações Oceânicas

Prémio Mário Ruivo – Gerações Oceânicas

Cerimónia  de  Lançamento 


No próximo dia 31 de Janeiro,  o Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade irá acolher o lançamento do Prémio Mário Ruivo – Gerações Oceânicas. 


A cerimónia decorrerá no espaço da Biblioteca entre as 11h30 e as 13h00 e será presidida por Sua Excelência, a Senhora Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino. 


Este prémio compreende uma colaboração entre as áreas governativas do mar, educação e cultura. Assim sendo, este  lançamento contará também com a presença de Sua Excelência o Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, e de Sua Excelência, o Senhor  do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes. 


Às intervenções, seguir-se-á uma mesa redonda sob a moderação da jornalista Teresa Firmino do jornal Público,  com as participações dos seguintes  oradores: Professora Doutora Maria Eduarda Gonçalves, do ISCTE-IUL, Professor Doutor António Pascoal, do IST- Instituto Superior Técnico e Professor Doutor Fernando Barriga, da FCUL- Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. 


O prémio Mário Ruivo destaca  importância dos Oceanos para a vida humana nas suas componentes física, social e cultural, o que estará espelhado na exposição patente no átrio da biblioteca escolar em que o Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade dá notícia de diferentes projetos em que a escola está envolvida na área do mar: Os Golfinhos e a ponte entre o Mar e a Ciência Azul, Visitas ao Oceanário, Paisagem protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, NADA- Leva Portugal ao Mundo, Ler + Mar/Mar de Leituras. 






2018 - 15 a 27 Jan- | Projeto SOBE - Saúde Oral Bibliotecas Escolares

SOBE- «Kiko, o dentinho de leite», «O magnífico plano do lobo» e «Tom em missão de saúde bucal»

Os alunos das escolas EB/JI Feliciano Oleiro e EB/JI nº 1 do Pragal realizaram, na última quinzena de   janeiro de 2018,  atividades no âmbito do projeto SOBE-SAÚDE ORAL E BIBLIOTECAS ESCOLARES, cita-se «um protocolo estabelecido entre a DGS, PNL e a RBE que visa desenvolver ações de promoção de leitura, da felicidade e da saúde oral»(SOBE, 2014). 

Os alunos do pré-escolar e dos 1º e 2º anos de escolaridade visionaram o filme «Kiko, o dentinho de leite» de Sofia Ribeiro, realizado a partir de um livro da autora Manuela Mota Ribeiro.

KIKO, O DENTINHO DE LEITE


Os alunos do 3º e 4º anos de escolaridade ouviram a história do «O magnífico plano do lobo» de Melanie Williamson e viram o filme TOM em missão: saúde bucal, «um filme de animação em português do Brasil, porque o português está na “boca do Mundo” e ler e ouvir ler em vários sotaques ou expressões portuguesas, amplia o léxico e aguça a curiosidade» (SOBE, 2014). 




Todos os alunos debateram, animadamente, sobre a importância de uma boa saúde dentária, bons hábitos de higiene e alimentares.  Viram todos o pequeno filme abaixo indicado sobre a escovagem: 




quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

2017- dez - Boas Festas! Votos do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade



A direção do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade deseja a toda a comunidade educativa votos de um Bom Natal e Feliz Ano Novo cheio de sucessos pessoais e profissionais.

20 dez - Natal - Exposição do 1º e do 5º ano de escolaridade - Átrio da Biblioteca







6 a 8 dez- «Queres ser meu amigo?» - 1º ano de escolaridade - EB/JI FELICIANO OLEIRO

«Queres ser meu amigo?» de Eric Carle foi a proposta de leitura feita ao 1º ano de escolaridade da EB/JI Feliciano Oleiro. 

Um ratinho parte pelo mundo fora à procura de um amigo e, após várias tentativas frustradas, lá vê o seu sonho realizado.  

Oa alunos participaram na leitura ativamente, dramatizando-a,  fizeram-no com todo o interesse, conversaram sobre a importância da amizade, do amor e da família nesta época festiva e elaboraram um conjunto interessante de ilustrações que foram expostas no átrio da biblioteca, assemelhando-se a uma mágica montra de brinquedos. 






Refere Ana Margarida Ramos num comentário sobre esta obra, na Casa da Leitura

«com uma estrutura narrativa muito simples, suportada pela repetição e pelos paralelismos, o álbum articula a dimensão verbal e a visual, criando uma narrativa que explora a criação de expectativas, a antecipação de hipóteses interpretativas e a surpresa quanto ao desenlace. Promovendo uma leitura em paralelo do texto e das imagens, que se prolongam para lá do limite da dupla página, estabelecendo fios coesivos ao longo da obra, o livro desenvolve, com simplicidade mas extraordinária eficácia, as competências do pequeno leitor, potenciando o diálogo e releitura.».


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

6-dez - A Prof. Manuela Caeiro a ...« ler a meias»... na EB1 Feliciano Oleiro

A ler a meias... na EB1 Feliciano Oleiro

A Professora Manuela Caeiro, uma querida amiga e voluntária de leitura,  fez-nos a sua primeira visita deste ano letivo, no dia 6 de dezembro, no âmbito do projeto «Ler a meias» e deixou-nos este interessante apontamento:  
«Foi dia de regresso... e apresentações.
Foi dia de saber de onde são originários os pais e avós destes alunos do quarto ano e assim determinarmos o fio das leituras que faríamos através do mundo, ligando comunidades e culturas...
Os meninos têm família espalhada pelo mundo inteiro, mas os ascendentes estrangeiros são sobretudo de Angola, Brasil, Moçambique, Espanha, China... e mais, muito mais.



Então (em ambas as turmas) começámos por uma lengalenga e fomos pelo mar fora: Era uma vez/ um barquinho pequenino/ que andava/ sempre sempre/ a navegar. Passaram-se uma, duas, três........
Acostámos a Angola, e fomos à aldeia de Nga Maria e Sô Policarpo e seus filhos.
Demos à costa do Brasil e conhecemos a professora Dona Sofia e o carteiro, Seu Ananias...
Ouvimos falar do amigo espanhol (no 4ºA) e do amigo chinês (no 4ºB)...
Vimos bonecas africanas que serviram para ver capulanas, falar de costumes diferentes, comparar a vida da aldeia e da cidade, observar um pilão, abrir o apetite para outras comidas...
Um aluno do 4º B relacionou os colares da boneca sul-africana com os das mulheres tailandesas e leu-nos a justificação desse uso! (Um excelente momento do Ler a meias...)

E agora um segredo (shiu!): a professora Manuela, do 4ºA, foi minha aluna de Língua Portuguesa!...
Foi um dia em cheio, cheiinho de viagens e poesia...»


Bibliografia:
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Leonel Neves, Amigos em todo o mundo, Livros Horizonte
Maria Celestina Fernandes/Filipe Goulão, A árvore dos Gingongos, Editora Grecima

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

7 dez- 2017 | Divulgamos- Bonecos de Estremoz - Património Imaterial da Humanidade - UNESCO

UNESCO declara Bonecos de Estremoz como Património Cultural Imaterial

     A UNESCO classificou hoje como Património Cultural Imaterial da Humanidade a produção dos "Bonecos de Estremoz", em barro, uma arte popular com mais de três séculos.
     A classificação da "Produção de Figurado em Barro de Estremoz", vulgarmente conhecida como "Bonecos de Estremoz", foi decidida na 12.ª Reunião do Comité Intergovernamental da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) para Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, que decorre na Ilha Jeju, na Coreia do Sul, até sábado.
     A decisão, que ocorreu pelas 01:05 (hora de Lisboa), foi bastante celebrada pela comitiva portuguesa que durante os festejos exibiu exemplares de "Bonecos de Estremoz".
Presente na sessão, o embaixador de Portugal na Coreia do Sul, Manuel Gonçalves de Jesus, mostrou-se "bastante satisfeito" com o reconhecimento da UNESCO. (…) O diplomata saudou ainda os responsáveis da candidatura portuguesa, principalmente os artesãos que produzem os "Bonecos de Estremoz".
     O presidente do município de Estremoz, Luís Mourinha, também já se manifestou "muito feliz".

"No fundo é um momento grande da história de Estremoz em termos da sua classificação, das suas gentes, porque o figurado de barro representa tudo o que é o trabalho, tudo o que é a dificuldade dos alentejanos e dos estremocenses em particular", disse o autarca à agência Lusa.

     De acordo com Luís Mourinha, a UNESCO valorizou os "Bonecos de Estremoz", uma arte popular em barro com mais de três séculos, pela "visão do artista, do artesão sobre a sua envolvência". (…)
     Os "Bonecos de Estremoz" pertencem a uma arte de caráter popular, com mais de 300 anos de história, tendo sido o primeiro figurado do mundo a merecer a distinção de Património Cultural Imaterial da Humanidade, na sequência da candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Estremoz, no distrito de Évora.
   A candidatura teve como responsável técnico o diretor do Museu Municipal de Estremoz, Hugo Guerreiro.
     Com mais de uma centena de figuras diferentes inventariadas, a arte, a que se dedicam vários artesãos do concelho, consiste na modelação de uma figura em barro cozido, policromado e efetuada manualmente, segundo uma técnica com origem pelo menos no século XVII.

     Em Estremoz, trabalham atualmente nesta arte emblemática Afonso e Matilde Ginja, Célia Freitas, Duarte Catela, Fátima Estróia, Irmãs Flores, Isabel Pires, Jorge da Conceição, Miguel Gomes e Ricardo Fonseca.

Texto: Extracto |  Diário de Notícias (DN), 7 de dezembro de 2017