terça-feira, 6 de novembro de 2018

Divulgamos - 31- out | Conferência do Plano Nacional de Leitura 2027

«A Conferência "Presente-Futuro: a Atualidade da Leitura" reuniu, na Fundação Calouste Gulbenkian, mais de meio milhar de participantes que discutiram os desafios atuais que se colocam à leitura e à escrita e conheceram alguns dos projetos que o PNL2027 e os seus parceiros estão a desenvolver nessas áreas.

Durante o evento, foi entregue o Prémio Ler +. Instituído pela primeira vez, pelo Plano Nacional de Leitura 2017-2027, o prémio galardoa, em cada ano, personalidades ou entidades que se destacam neste domínio, tendo por finalidade reconhecer o trabalho realizado em prol da melhoria dos indicadores de leitura dos portugueses e do gosto pela leitura e pela escrita. Este ano, o prémio foi atribuído ao projeto "Ainda estou a Aprender", na pessoa da Professora Iolanda Ribeiro, da Universidade do Minho, responsável pela coordenação de uma equipa de 17 outros investigadores.

O Prémio Ler+, no valor de 10 000 euros, conta com o patrocínio exclusivo da Fundação La Caixa e BPI.»

Texto: PLN2027







































Na conferência, foi anunciado o lançamento do projeto LER, fruto de uma parceria entre o EDULOG e o Plano Nacional de Leitura, que pretende contribuir para a melhoria do desempenho na leitura e na escrita, mediante a criação de uma plataforma digital de recursos educativos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

5- Novembro - 11h05 - A Terra Treme- Exercício de proteção civil no Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade

A TERRA TREME

O exercício nacional A TERRA TREME realizou-se, hoje, dia 5 de Novembro pelas 11h05

Trata-se de um exercício de preparação para o risco sísmico,  proposto pela ANPC- Autoridade Nacional de Proteção Civil (1).
No Agrupamento de Escolas  Anselmo de Andrade,  os alunos também participaram. Sob orientação dos professores e após a devida informação sobre a importância de se treinarem gestos essenciais, os alunos anos cumpriram o exercício exatamente às 11h05.

Esta iniciativa é promovida pela Autoridade Nacional de Proteção Civil e procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.
Tem a duração de apenas 1 minuto, durante o qual os participantes são convidados a executar os 3 gestos que salvam: BAIXARPROTEGER E AGUARDAR.

Muitas zonas do globo são propensas a sismos e Portugal é um território com zonas particularmente sensíveis a este risco. Podemos estar em qualquer lado quando começar um sismo, mas estaremos preparados para enfrentar uma situação deste tipo e recuperar dela rapidamente?
Conheça ou relembre os procedimentos que deve adotar antes, durante e depois de um sismo, e organize-se, à sua casa e família em 7 passos essenciais.
Divulgue esta informação junto da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos e dos seus colegas de trabalho, porque TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!  
Saiba mais em www.aterratreme.pt


70.º aniversário - Declaração Universal dos Direitos Humanos

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

«No corrente ano de 2018, assinala-se o 70.º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), e os 40 anos da sua publicação oficial no Diário da República em Portugal, bem como o 40.º aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), que consumou a edificação entre nós do Estado de direito constitucional, nos termos da Constituição da República Portuguesa de 1976.


Reconhecendo a importância histórica de que se reveste a aprovação da DUDH pela Assembleia Geral das Nações Unidas, reunida na sua terceira sessão, em Paris, a 10 de dezembro de 1948, e a aprovação da CEDH em Roma, em 1950, no âmbito do Conselho da Europa, entende o Governo ser seu dever reafirmar a adesão de Portugal, à mensagem humanista e universalista tão claramente projetada nos dois documentos fundacionais que pretende comemorar: a Declaração, que esteve na génese de uma ordem jurídica global baseada na dignidade humana, e a Convenção, que no âmbito europeu constitui um garante maior de que os direitos humanos são integralmente respeitados pelas Partes que a ela se vincularam.
A República Portuguesa reconhece, valoriza e promove os direitos humanos em todas as instâncias. Portugal pugna pelo cumprimento das obrigações que assumiu em virtude da sua adesão a estes instrumentos internacionais e contribui ativamente, nos fóruns regionais e internacionais competentes, para o desenvolvimento e aprofundamento dos Direitos Humanos enquanto ramo vivo do Direito Internacional.
O Governo considera, por isso, ser pertinente e oportuna a comemoração destas duas importantes efemérides. Desde logo, como ocasião simbólica para divulgar os direitos humanos, conferindo-lhes maior visibilidade, e para estimular o debate público sobre os mesmos, tendo em conta a realidade nacional, fomentando a reflexão sobre a forma de exercer plenamente a cidadania e de criar uma consciência coletiva dos direitos e obrigações dos cidadãos. Nesta perspetiva, sem prejuízo de outras vertentes de ação que possam vir a ser exploradas, o Governo considera essencial promover iniciativas educativas, em contexto escolar, destinadas a crianças e jovens, que visem a aprendizagem sobre os direitos humanos.»

in Resolução do Conselho de Ministros n.º 48/2018


31 out e 1 nov | "Pão-por-Deus" e Halloweeeeennnnn!!!!!!

"Pão-por-Deus"  e   Halloweeeeennnnn!!!!!! 

Tradição! :)

Chegou a época assinalar o Dia dos Fiéis Defuntos ou Finados, pedir o «Pão-por-Deus» e de celebrar o Halloween! 

A biblioteca escolar divulgou alguns títulos da sua coleção relacionados com a literatura fantástica que, de certo modo, traduzem o espírito desta época:




Dentro das tradições celtas, lembramo-nos também dos «caretos» de Podence, que remontam à época pré-romana.  





Por cá recordamos também uma tradição portuguesa desta época, o «Pão-por-Deus»: 

Lá vai o meu coração
Sozinho sem mais ninguém
Vai pedir o Pão-por-Deus
A quem quero tanto bem.


E, por último, pedimos de empréstimo ao blogue Pumpkin-Famílias Felizes a seguinte resenha sobre a tradição portuguesa do Pão-por-Deus: 

«Em Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro, arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.
Na aldeia de Vila Nova de Monsarros, as crianças faziam os “santórios”, recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.
“Em Roriz, não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fíeis de Deus.”
Nos Açores, dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.
Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir “pão-por-deus” nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.»

Tradição! 

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

2018 - Outubro | Miúdos a votos - 3ª Edição

Durante o mês de outubro, as turmas do Agrupamento de Escolas Andrade, do 1º ano de escolaridade ao 12º ano, participaram na iniciativa Miúdos a votos- 3ª edição, organizada pela a RBE - Rede de Bibliotecas Escolares e a VISÃO Júnior, que «organizam a eleição dos livros preferidos das crianças e jovens portugueses. Às crianças e jovens, será dada a possibilidade, através de uma eleição realizada em todas as escolas, de votarem no livro de que mais gostaram até hoje».

No primeiro ciclo, os alunos aprenderam o sentido e o valor do voto, o que significa viver em democracia e em liberdade e debateram sobre estas questões. O que é uma urna, uma mesa de voto, que tipo de eleições existem no nosso país foram algumas das dúvidas esclarecidas. Comprometeram-se, por último, a convidarem os familiares maiores de 18 anos a votarem nas próximas eleições.  

Escolheram o seu livro preferido e pesquisaram, alguns, pela primeira vez na internet. Votaram. constituiu-se a mesa de voto e os boletins de voto entrados na urna foram contados. 


Os resultados eleitorais a nível nacional dos Miúdos a votos- 3ª edição serão apurados pela Pordata e tornados públicos numa cerimónia a realizar a 31 de maio, em local a designar, que contará com a participação de escolas envolvidas. 

Divulgamos, abaixo, o calendário das eleições nacionais, de 2018 a 2021, publicado pela CNE - Comissão Nacional de Eleições. 



Filme da Comissão Nacional de eleições: «Votar como? Porquê? Para quê? Ouve mas é o Diogo Sena a explicar e vá, pára lá de te queixar». #paradetequeixar



Ler mais aqui!

Para saber mais consulte o sítio da CNE-Comissão Nacional de Eleições

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Divulgamos - Revista da Casa das Ciências

Revista da Casa das Ciências



O Poder das Comunidades | Editorial 

(...) 

A Casa das Ciências também começou como um projeto digital para ser sustentado por uma comunidade. Esta Revista de Ciência Elementar (RCE) e a WikiCiências, projetos gerados pela dinâmica da Casa, são esforços singulares no panorama português e muito possivelmente no universo da língua portuguesa. A minha muito breve experiência como editor convidado desta revista permitiu-me tomar consciência da enorme riqueza da sua pluridisciplinaridade e da necessidade de fazer crescer a comunidade que a sustenta. Quantas revistas conhece o leitor, que abordem com qualidade e rigor todas as áreas da Ciência, numa abordagem acessível ao grande público, e em língua Portuguesa?(1) O sucesso dos encontros promovidos pela Casa mostra que existe potencial para fortalecer e alargar a comunidade de produtores e utentes da Revista, quer ao nível do Ensino Básico e Secundário, quer ao nível do Superior. 

Para terminar então, aqui fica um apelo sobretudo aos que estão demasiado ocupados para prestar atenção a qualquer tipo de ciência, que seja apenas, elementar. Abram a revista, folheiem-na e vejam se não vale a pena fazer parte da comunidade que a produz e consome. Estarão a contribuir para o prato positivo da balança dos benefícios/malefícios das novas tecnologias digitais. Ler mais aqui

João Lopes dos Santos 
Editor convidado

(Excerto do editorial da revista V6/03, Setembro 2018)


(1) Itálico nosso


CASA DAS CIÊNCIAShttps://www.casadasciencias.org/cc/

Edulog da Casa das Ciênciashttps://rce.casadasciencias.org/rceapp/

Créditos da imagem: MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer) da NASA