A Organização de Estados Ibero-americanos (OEI) em colaboração com os Ministérios da Educação dos países-membros e o apoio da Fundação SM organiza em 2019, a sexta edição do concurso “O que estás a ler?”.
Esta iniciativa dirige-se aos alunos iberoamericanos dos 15 aos 17 anos de idade e tem como objetivo abordar a questão da leitura do ponto de vista do leitor, dando voz aos jovens leitores com o objetivo de estimular o diálogo entre diferentes visões sobre o ato de ler. Tem o apoio do PNL2027.
Como novidade em relação às edições anteriores, os participantes poderão criar um blog ou um vídeo, instrumentos através quais partilharão a sua experiência como leitores. Com este concurso, é criada uma ampla rede de blogs e vídeos onde os estudantes (individualmente ou em grupo) podem conhecer e construir uma identidade como leitores.
Em cada país, e por cada categoria, haverá um vencedor, que ganhará um tablet como prémio.
As candidaturas podem ser feitas entre 6 de fevereiro e 10 de maio de 2019, inclusivé.
Pela Terra
inteira, a azáfama é muita para saudar o Ano Novo Chinês de 4717.
Este ano festeja-se
o Ano do Porco, um animal que representa a inteligência e o poder de observação. Trata-se do Ano do Porco do elemento Terra, mais precisamente do ano 36 de um ciclo de 78 anos.
O Ano do
Porco representa, na tradição chinesa, o final do ciclo de rotação dos doze
signos do calendário lunar. Segundo a tradição chinesa, a cada ano corresponde
um animal, sendo o Rato o primeiro e o Porco o último de um ciclo de 12 anos.Espera-se que as pessoas reflitam sobre o ciclo que
finda, o analisem, e sejam capazes de projetar um novo ciclo que se avizinha e
que se iniciará em 2020.
O Ano Novo
Chinês, também conhecido como Festa da Primavera, é a data mais
importante para todos os chineses. Celebra-se com fogo-de-artifício, a partir
da meia-noite, e visitam-se os familiares. Oferece-se dinheiro às crianças num envelope
muito belo de cor vermelha que simboliza a sorte, onde se encontram inscritos os
votos de felicidades (福 - FÚ):
De acordo
com o calendário inter-religioso das Paulinas para 2019, na véspera, faz-se uma
limpeza profunda à casa, colocando cartazes de divindades nas portas da frente.
O jantar de família tem um menu muito diversificado. O prato principal é peixe鱼 [yú] simboliza a prosperidade e a abundância do novo ano que está a chegar.
O início do ano chinês é conhecido como o momento do
maior fluxo de migração mundial. Milhares de chineses, dentro e fora da China, fazem
os possíveis e os impossíveis para voltar a casa e participarem nos encontros e
jantares de família que acontecem nesta época do ano.
Este
ano assinala-se o 40º aniversário do estabelecimento das relações
diplomáticas entre a China e Portugal. Y Ping Chow , presidente da Liga dos Chineses em Portugal, explica o que significa o Ano do Porco .
O Instituto Confúcioda Faculdade de Letras de Lisboa, organização educacional pública sem fins lucrativos vinculada ao Ministério da Educação da República Popular da China, cujo objetivo é promover a língua e a cultura da China e dar apoio ao ensino da língua chinesa, publicou na sua página os votos de um Bom Ano do Porco que reiteramos:
CELEBRAÇÕES NO AGRUPAMENTO 5 de fevereiro – 12h10 – Ateliê de caligrafia chinesa dinamizado pelo professor Song Bowen; ensino de palavras e expressões em mandarim; projeção de vídeose slides sobre a cultura chinesa – Pavilhão 1 – Escola Secundária Anselmo de Andrade
CELEBRAÇÕES
EM PORTUGAL
8 de fevereiro – “As guerreiras da família Yang” Companhia Nacional de Ópera de Pequim - Teatro
São Carlos
8 de fevereiro – “As guerreiras da família Yang” Companhia Nacional de Ópera de Pequim – Centro
de Congressos Arade (Lagoa, Algarve).
9 e10 de fevereiro – Realização de espetáculos e uma feira tradicional - Alameda
D. Afonso Henriques, em Lisboa
12
de fevereiro – Espetáculo da Companhia
Estudantil de Macau –Vila do Conde
OMuseu do Oriente dá as boas vindas ao ano do Porco, um animal que
representa a inteligência e o poder de observação, com um conjunto de
iniciativas que se iniciaram em janeiro e prolongam até março. Além de
assinalar o dia de Ano Novo, 5 de fevereiro, com entrada gratuita, o museu
programou também 'workshops' sobre alimentação, energia do Feng Shui para o ano
2019 e astrologia do Ki, bem como oficinas para crianças e famílias.
Em 1869, Dmitry Mendeleiev[Дми́трий Ива́нович Менделе́ев, [Tobolsk, 8 de fevereiro de 1834 — São Petersburgo, 2 de fevereiro de 1907] criou o Sistema Periódico dos Elementos Químicos. Passados 150 anos, celebramos a criação da ferramenta que permite prever as
propriedades da matéria na terra ou em qualquer parte do universo. Numa obra
prima, as essências da química, da física, da biologia e das ciências que delas
floresceram encontram-se reunidas.
O que fez Mendeleiev?
Mendeleiev partiu do trabalho de outros cientistas e organizou a
informação num sistema.
Este sistema não era uma simples forma de organizar
conhecimento.Com
ele conseguia prever a forma periódica como
se repetiam as propriedades dos elementos químicos. Conseguia saber detalhes
dos átomos sem que os elementos tivessem sido descobertos. Deixou espaços em
branco, onde fez verdadeira ciência — previu as propriedades dos elementos
que os completassem. Fê-lo 25 anos antes da descoberta da primeira partícula
atómica, o eletrão. Foram 7 os que postulou com verdadeira eficácia e que só
viriam a ser descobertos depois da sua morte.
Dmitry
Mendeleiev morreu sem receber nenhum prémio Nobel, mas acabou por receber uma
honra exclusiva.Existem 800 pessoas que receberam um prémio Nobel. Existem
apenas 15 pessoas que dão nome a um elemento químico.
Como
se produziu o primeiro elemento em laboratório, há 350 anos?
Em 1669, foi
pela primeira vez na história isolado e produzido em laboratório um elemento
químico, o fósforo.
O feito foi
conseguido pelo alquimista alemão Henning Brand, que na expectativa de
encontrar ouro concentrou e aqueceu a alta temperatura a própria urina. Como
resultado o material queimou-se sob uma chama branca e luzidia.
Brand não
encontrou ouro, mas pela primeira vez na história produziu e isolou um elemento
químico. Chamou-lhe “Phosphorus”, que em latim
significa o que dá luz, derivando, por sua vez do grego φωσφόρος[phosphorus], portador de luz.
Foram
precisos cem anos para que o químico Karl Scheele substituísse este método por
outro de produção mais convencional.
Em 1855, o
fósforo passou a dar nome e função a um objeto que todos conhecemos, seu homónimo. No entanto, pela
facilidade de combustão à mínima fricção, o elemento passou da ponta do palito
para a lixa, onde se encontra numa versão mais estável para nossa segurança.
Texto: Ciência Viva (com adaptações e ligações nossas) Assista ao vídeo.
Errata: Na massa atómica do carbono, onde se lê 10.210 deve ler-se 12.01. Onde se lê Kg deve ler-se kg. Texto: Ciência Viva (com adaptações e ligações nossas)
Visite outras
páginas sobre o Ano internacional da Tabela Periódica
Este projeto insere-se, na Agenda 2030, no âmbitodo objetivo 14 de Desenvolvimento Sustentável - Vida na Água: “Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável” da ONU- Organização das Nações Unidas, que se refletirá nos trabalhos produzidos pelos alunos. O projeto eTwinning "Sea of Wonders propõe uma reflexão sobre a biodiversidade dos oceanos, a preservação do património natural e do património cultural ligado ao mar, capacitando os alunos para a importância da proteção dos oceanos e da vida marinha.
BLUE, a
mascote, foi criada pelo Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade e é assim
denominada por votação de todos os países envolvidos.
Neste
projeto, participam alunos dos 10 aos 18 anos oriundos de países europeus
localizados à beira-mar, que irão embarcar numa viagem fascinante, explorando e
partilhando lendas, antigas tradições, gastronomia e artesanato dos seus países
de origem. Neste agrupamento de escolas, o projeto decorre em articulação com a biblioteca escolar, os conselhos de turma do 2º ciclo ao ensino secundário e a professora de inglês Célia Louro, do 1º ciclo, da EB/JI Feliciano Oleiro.
De modo a
promover a aceitação e a tolerância, a partilha da herança histórica e cultural
é fundamental para a sensibilização para a diversidade cultural, este mosaico gerador
de muitos mundos.
BLUE, a mascote do projeto Sea of Wonders
Coordenadora do projeto: Profª Rita Neves Equipa: Profª Cristina Antão, Profª Dora Ponte e Profª Teresa Cameira
Colaboradores: Biblioteca escolar, Professores do 1º ciclo ao ensino secundário.
Texto: Biblioteca escolar e Prof. Rita Neves Imagens de Blue (mascote): Profª Rita Neves
(1) Luís de Camões (1572), Os Lusíadas, Canto III, est. 20, vv. 3 e 4, Lisboa: em casa de Antonio Gõçalez 1ªs edições noutras línguas: http://purl.pt/23700/1/all.htm;
A turma A do 10º ano de escolaridade tem patente uma exposição intitulada «Como surgiu o sistema solar?», realizada sob a supervisão da Prof. Filomena Sousa.
Decorre de 26 de novembro a 12 de dezembro, no átrio da biblioteca.