A 8 Séculos da Língua Portuguesa-Associação e o Agrupamento
de Escolas Anselmo de Andrade-Almada procedeu à apresentação à Comunidade Educativa das Comemorações dos 8
Séculos da Língua Portuguesa,
no dia 16 de Janeiro, no Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Biblioteca Escolar
8 Séculos de Língua Portuguesa
Apresentação à Comunidade
Educativa
PROGRAMA
ABERTURA: Direção do Agrupamento, Direção do
Teatro, CMA
Representante da RBE
Biblioteca Escolar
•Direção da 8 séculos de Língua Portuguesa - Associação
Momento de poesia lusófona (alunos de 11º e
12º)
•A língua portuguesa no mundo (palestra)
•Debate
•
ENCERRAMENTO: Momento de poesia pelos alunos do 12ºF
Local: Teatro Joaquim Benite
Horário: 10h30
O Agrupamento de Escolas Anselmo de
Andrade vai participar em várias iniciativas no âmbito das Comemorações
dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
Assim, no dia 16 de
Janeiro, pelas 10.30, a biblioteca dinamiza, no Teatro Joaquim Benite
(Almada), a apresentação à comunidade educativa destas Comemorações,
a convite da Associação 8 Séculos da Língua Portuguesa.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Palavras Amigas
As " Palavras Amigas" da professora Conceição Feijó e dos alunos da turma F do 5º ano chegaram à Biblioteca e aqueceram o coração de quem as leu.
Um Natal diferente
Estava tudo a postos para a
grande noite de Natal!
Os duendes já tinham tudo pronto
– as prendas já estavam embrulhadas, as renas estavam alimentadas e o trenó já
estava limpo.
Gustavo, o duende mestre, foi chamar o Pai Natal para ver
se estava tudo a seu gosto. Mal o duende abre a porta vê o Pai Natal deitado na
cama ainda de pijama vestido e muito
pálido.
- O que se passa, Pai Natal –
perguntou Gustavo muito preocupado.
- Duende, não me estou a sentir
bem, não sei como vou distribuir as prendas esta noite. – Disse o Pai Natal –
Acho que não devia ter comido tantos doces!
- Tente manter a calma Pai Natal,
nós havemos de arranjar uma alternativa. Agora descanse, nós tratamos de si.
Gustavo sai disparado do quarto e avisa os seus
companheiros, gritando:
- O Pai Natal está doente!
Levem-lhe um copo de leite e algumas bolachas.
Enquanto uns tratavam do Pai
Natal, outros tentavam arranjar uma solução.
- O que vamos fazer? Quem é que
vai distribuir as prendas?
O tempo ia passando, o Pai Natal
continuava doente e ninguém arranjava solução para o grande problema.
A noite chegou. O problema não
estava resolvido e os duendes estavam muito preocupados.
A 17 km da casa do Pai Natal
encontrava-se uma pequena aldeia.
Nessa aldeia existia um grupo de
amigos que tinha como tradição juntar-se na noite de Natal. Ficavam acordados,
nas escadas, à espera de verem o Pai Natal descer pela chaminé, beber o leite e
comer as bolachas caseiras.
Os meninos estavam muito
admirados de o Pai Natal ainda não ter aparecido.
- Que estranho, o Pai Natal ainda
não apareceu, não é normal! Exclamou um dos meninos.
Um deles teve uma ideia
fantástica!
- E o que acham de irmos à casa
do Pai Natal?
Todos concordaram, pegaram nas
suas coisas e fizeram-se à estrada.
Quando chegaram sentiam que algo
não estava bem. Depois de tentarem descobrir o que se passava, aperceberam-se
que o Pai Natal estava doente e propuseram:
- E se fossemos nós a distribuir
as prendas? – pergunta Nicolau, o menino mais velho.
O Pai Natal concordou de
imediato. Levantou-se, mesmo doente, e foi ensinar aos meninos como tudo
funcionava naquela noite. Eles prepararam-se e entraram dentro do trenó.
Tudo para eles era novo, desde a
forma de conduzir o trenó até orientar as renas.
Após algum treino, conseguiram
sozinhos por o trenó a voar. Eles ficaram encantados com a beleza de tudo lá em
cima. O céu era brilhante, as nuvens afastavam-se à medida que eles passavam,
como se tivessem vida.
Era linda a forma como as renas
voavam e o tilintar dos seus sinos soava como uma melodia de Natal.
À medida que visitavam novos
sítios descobriam novas culturas.
Era muito engraçada a forma como
desciam pelas chaminés e como colocavam as prendas debaixo das árvores. Iam à
vez, e quem fosse naquela vez trazia as bolachas para depois mais tarde
comerem.
Finalmente de volta a casa. Tudo
correu às mil maravilhas. Os meninos passaram o dia 25 em casa do Pai Natal, a
contar as suas aventuras.
O Pai Natal já estava melhor, já
estava pronto para começar a preparar tudo para o Natal seguinte.
Os amigos receberam como
recompensa muitas prendas, e a possibilidade de ajudarem nos preparativos para
o próximo Natal.
Depois de passarem o dia em casa
do Pai Natal, voltaram para as suas. Abriram as prendas e comeram todos os
doces que as suas avós tinham feito.
Enquanto comiam, ouviram uma voz vinda do além, que
dizia:
- Meninos, acordem, vamos abrir
as prendas!
Os meninos acordaram e perceberam
que tudo aquilo não tinha passado de um sonho.
Escola
Secundária Anselmo de Andrade
Professora
Mafalda Rodrigues
Alunos:
Ana Matias, nº2, Miguel Baptista, nº18, Rita Alves, nº20
8ºB
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Exposição de Poesia
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