quarta-feira, 12 de março de 2014

Conto Tradicional de Portugal


O Príncipe Encantado

Eram três meninas que saíram da cidade. Fizeram uma longa caminhada e chegaram a uma vila. Encontraram uma senhora que era dona da estalagem. Ela disse-lhes que não tinha quartos mas que  atrás das três árvores  havia uma casa velha. Falou-lhes que se ouviam vozes durante a noite.
As meninas como tinham os pés cansados de caminhar decidiram ir até lá.
Quando se foram deitar tiraram à sorte para saber quem é que ia ficar a vigiar e calhou à mais pequena.
Ela estava a bocejar na sala com muito sono e decidiu a acender o candeeiro porque estava escuro mas a lâmpada fundiu-se e ficou sem luz.
Começou a ouvir vozes e respondeu. Apareceu um homem vestido de preto que lhe disse para subir para as suas costas. Desceu com a irmã mais nova às costas por uma escadinha de ferro até ao fundo do poço onde estava um passarinho de asas fechadas.
O passarinho contou que uma bruxa os tinha enfeitiçado e que para o feitiço ser quebrado faltava apenas que a menina lhe desse um beijinho no bico.
A menina fez o que o pássaro lhe pediu, ouviu-se uma explosão e o feitiço quebrou-se.
Tudo ficou diferente. 

3º B da Escola Feliciano Oleiro




Gotas e Salpicos

Os alunos do Pré escolar B da Escola Feliciano Oleiro estiveram a preparar os materiais para se transformarem num mar de gotas e salpicos.


A Flor vai ver o Mar com os alunos do 1º ano


Era uma vez uma flor que queria ver o mar.
Não conseguia porque estava presa ao chão mas o Sol puxou-a com muita força e ela caiu em cima do pau.
Foram para o rio e encontraram os amigos : o Boi, o Cão e a Rã.
Queriam todos ver o mar.
A Rã e o Cão saltaram para cima do Pau mas o Boi ficou sozinho porque era muito pesado.
O Boi ficou triste e o Sol animou-o e disse-lhe que ele era muito importante.
A Flor chegou ao Mar com os amigos e ficaram felizes.
1º A da EB1/JI Feliciano Oleiro





Era uma vez o Sol, o Boi, o Cão, a Rã, o Pau e a Flor. Também havia o Rio e o Mar.
O Cão, a Rã e o Boi iam ver o Mar e a Flor também queria ir. Como só tinha um pé não conseguia soltar-se.
O Sol puxou a Flor e ela caiu em cima do Pau. O Pau caiu no Rio e encontraram no caminho a Rã, o Cão e o Boi. O Cão e a Rã subiram para cima do Pau mas o Boi, como era muito pesado, não podia ir.
O Sol disse-lhe que ele não deixava de ser importante para a natureza.
Depois o Boi foi pela relva a acompanhá-los até ao Mar.
No final da descida pela cascata chegaram ao mar onde estava servido um chá para a Flor e os seus amigos. 

1º B da EB1/JI Feliciano Oleiro


quinta-feira, 6 de março de 2014

A Biblioteca na Horta - Compostagem

Os alunos do Pré Escolar A da Escola do Pragal falaram sobre o compostor que existe na horta e sobre a sua utilização. Decidiram elaborar um folheto informativo para distribuição pelos colegas do 1º ciclo para os manter informados.


A Flor vai ver o mar

Os alunos do 1º A da Escola do Pragal viajaram com a flor para ver o mar. Posteriormente fizeram o estudo das personagens principais. 


Era uma vez uma flor que queria ver o mar mas não podia porque só tinha um pé e estava preso á terra. Apareceu um pau que falou com a flor e disse-lhe que ele podia ir mas ela não. O Sol estava lá a ouvir a conversa e falou com a flor. Pediu-lhe que segurasse no seu raio de Sol maior para que ele a puxasse. A flor soltou-se e caiu em cima do pau que caiu no rio. Foram rio abaixo e encontraram o cão, a rã e o boi. Ficaram todos muito contentes porque queriam ir ver o mar. O cão saltou para cima do pau e a seguir foi a rã. Quando chegou a vez do boi saltar, todos gritaram:
- Não, não! Não saltes! Assim vamos todos ao fundo!
O boi ficou triste mas o Sol disse-lhe que ele era importante. Ele pisava a terra, de onde vem o trigo de onde se tira a farinha para fazer o pão. O boi percebeu que era importante e que não fazia mal não ir. A rã, o cão, o pau e a flor lá foram ver o mar e o Sol acompanhou-os. No mar tinham uma mesa com cinco chávenas e um bule branco com chá que foi feito pelo Chim. Ninguém sabe ao certo quem é o Chim.






Antes e depois da história



Antes da história e depois de conhecerem o título os alunos do 1º B da  EB/JI Pragal pensaram que a história poderia ser um poema e disseram:
A flor vai ver o mar 
vê-se na água e fica bela.
A flor vai ver o mar
com as ondas a aproximar.
Vêm outras flores
para o mar olhar.
Juntas vão à praia relaxar
apanhar estrelinhas do mar
com os cavalos marinhos nadar 
Aparecem as sereias para conversar
e juntam-se para cantar. 



Depois de ouvirem a história recontaram assim:

O boi, o cão e a rã foram para o rio para chegar ao mar.
Ficaram, com muita pena da flor porque ela estava presa e não conseguia ir.
O Sol com os seus raios tirou-a para fora e ela caiu em cima do pau que caiu no rio.
A flor usou o seu pé para fazer um remo para ir mais depressa.
Encontraram-se todos e saltaram para cima do pau. O pau gritou quando o boi ia saltar porque ele era grande e pesado.
Todos ficaram com pena do boi mas o Sol disse que ele era muito importante porque pisava a terra, que tem o trigo que dá a farinha para fazer o pão.
Ficaram felizes a tomar chá no café do Chim.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O beijo da Palavrinha



Maria Poeirinha
numa aldeia vivia
quando brincava
cabanas de terra fazia.

Um dia adoeceu
o coração da mãe estremeceu
o tio foi visitá-la
e para o mar quis levá-la.

A mãe preferiu cantar
uma canção de embalar
ela adormeceu
o irmão escreveu
a palavra mar
sentiu-se flutuar
ouviu as gaivotas
nas ondas deixou-se levar.


3º B da EB1/JI do Pragal



Era uma vez uma menina que se chamava Maria Poeirinha. Vivia numa aldeia, perto de um rio, com a sua família.
Ela ficou muito doente, à beira da morte e o tio chegou à aldeia para visitá-la. Ele achou que a menina estava doente por falta de maresia. Sugeriu que a levassem para o mar mas como a Maria Poeirinha estava muito fraca ficou nos braços da mãe que lhe cantou uma canção de embalar.
O Zeca Zonzo, seu irmão, escreveu numa folha de papel a palavra mar e com o dedo a menina desenhou as várias letras. Com elas sentiu o mar, uma gaivota e uma rocha.
Depois de sentir o mar olhou para a luz do Sol e deixou-se levar pela corrente de ar.


4º B da EB1/JI do Pragal