segunda-feira, 12 de novembro de 2018

12-nov |1948-2018 - 100º Comemoração do Armistício e 70º Aniversário dos Direitos Humanos

1948-2018 -  Armistício "undécima hora do undécimo dia do undécimo mês" do ano de 1948 e 70º Aniversário dos Direitos Humanos


O 100º aniversário do Dia do Armistício decorreu ontem, 11 de novembro de 2018, tendo sido comemorado à undécima hora. Estabeleceu o fim da Primeira Guerra Mundial em 11 de novembro de 1918

Trata-se do Armistício de Compiègne, assinado entre os Aliados e o Império Alemão em Compiègne, na França, que pôs fim às hostilidades na Frente Ocidental, o que sucedeu às 11 horas da manhã — a "undécima hora do undécimo dia do undécimo mês". O armistício foi assinado pelas autoridades alemãs às 6 horas da manhã do dia 11 de novembro e, às 11 horas da manhã, terminaram as hostilidades.

Anos mais tarde, no contexto da II Guerra Mundial, dirigentes das nações que emergiram do pós-guerra como potências, estabeleceram na Conferência de Yalta, na Rússia, em 1945, as bases para a futura paz mundial, conducente à afirmação e consolidação dos direitos humanos.  

Em 10 de Dezembro de 1948, a ONU- Organização das Nações Unidas delibera sobre os direitos humanos na sua essência e adopta a  Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH)

A Assembleia Geral

«Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.»
Mensagem do secretário-geral da ONU, António Guterres para o Dia dos Direitos Humanos (10 de dezembro).


Saiba mais em: RTP ENSINA
O que são Direitos Humanos? Aprenda mais com Glenda Mezaroba, da Casa do Saber



sexta-feira, 9 de novembro de 2018

DIVULGAMOS- 30 out a 9 nov | Exposição - A Evolução da vida na terra -10ºA


           

A exposição “A Evolução da Vida na Terra” espelha o trabalho colectivo que foi realizado pela turma 10ºA do curso Científico Humanístico de Ciências e Tecnologias.

O tema da exposição enquadra-se nos conteúdos programáticos da disciplina de Biologia e Geologia do 10º ano lecionados pela professora Filomena Sousa.

Esta exposição estará disponível a toda comunidade educativa entre 30 de outubro de 2018 à 9 de novembro de 2018, no pavilhão 1 da escola.






















Saiba mais aqui!

Consulte o site do International Year of Planet Earth.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Divulgamos - 31- out | Conferência do Plano Nacional de Leitura 2027

«A Conferência "Presente-Futuro: a Atualidade da Leitura" reuniu, na Fundação Calouste Gulbenkian, mais de meio milhar de participantes que discutiram os desafios atuais que se colocam à leitura e à escrita e conheceram alguns dos projetos que o PNL2027 e os seus parceiros estão a desenvolver nessas áreas.

Durante o evento, foi entregue o Prémio Ler +. Instituído pela primeira vez, pelo Plano Nacional de Leitura 2017-2027, o prémio galardoa, em cada ano, personalidades ou entidades que se destacam neste domínio, tendo por finalidade reconhecer o trabalho realizado em prol da melhoria dos indicadores de leitura dos portugueses e do gosto pela leitura e pela escrita. Este ano, o prémio foi atribuído ao projeto "Ainda estou a Aprender", na pessoa da Professora Iolanda Ribeiro, da Universidade do Minho, responsável pela coordenação de uma equipa de 17 outros investigadores.

O Prémio Ler+, no valor de 10 000 euros, conta com o patrocínio exclusivo da Fundação La Caixa e BPI.»

Texto: PLN2027







































Na conferência, foi anunciado o lançamento do projeto LER, fruto de uma parceria entre o EDULOG e o Plano Nacional de Leitura, que pretende contribuir para a melhoria do desempenho na leitura e na escrita, mediante a criação de uma plataforma digital de recursos educativos.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

5- Novembro - 11h05 - A Terra Treme- Exercício de proteção civil no Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade

A TERRA TREME

O exercício nacional A TERRA TREME realizou-se, hoje, dia 5 de Novembro pelas 11h05

Trata-se de um exercício de preparação para o risco sísmico,  proposto pela ANPC- Autoridade Nacional de Proteção Civil (1).
No Agrupamento de Escolas  Anselmo de Andrade,  os alunos também participaram. Sob orientação dos professores e após a devida informação sobre a importância de se treinarem gestos essenciais, os alunos anos cumpriram o exercício exatamente às 11h05.

Esta iniciativa é promovida pela Autoridade Nacional de Proteção Civil e procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.
Tem a duração de apenas 1 minuto, durante o qual os participantes são convidados a executar os 3 gestos que salvam: BAIXARPROTEGER E AGUARDAR.

Muitas zonas do globo são propensas a sismos e Portugal é um território com zonas particularmente sensíveis a este risco. Podemos estar em qualquer lado quando começar um sismo, mas estaremos preparados para enfrentar uma situação deste tipo e recuperar dela rapidamente?
Conheça ou relembre os procedimentos que deve adotar antes, durante e depois de um sismo, e organize-se, à sua casa e família em 7 passos essenciais.
Divulgue esta informação junto da sua família, dos seus amigos, dos seus vizinhos e dos seus colegas de trabalho, porque TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!  
Saiba mais em www.aterratreme.pt


70.º aniversário - Declaração Universal dos Direitos Humanos

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

«No corrente ano de 2018, assinala-se o 70.º aniversário da proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), e os 40 anos da sua publicação oficial no Diário da República em Portugal, bem como o 40.º aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), que consumou a edificação entre nós do Estado de direito constitucional, nos termos da Constituição da República Portuguesa de 1976.


Reconhecendo a importância histórica de que se reveste a aprovação da DUDH pela Assembleia Geral das Nações Unidas, reunida na sua terceira sessão, em Paris, a 10 de dezembro de 1948, e a aprovação da CEDH em Roma, em 1950, no âmbito do Conselho da Europa, entende o Governo ser seu dever reafirmar a adesão de Portugal, à mensagem humanista e universalista tão claramente projetada nos dois documentos fundacionais que pretende comemorar: a Declaração, que esteve na génese de uma ordem jurídica global baseada na dignidade humana, e a Convenção, que no âmbito europeu constitui um garante maior de que os direitos humanos são integralmente respeitados pelas Partes que a ela se vincularam.
A República Portuguesa reconhece, valoriza e promove os direitos humanos em todas as instâncias. Portugal pugna pelo cumprimento das obrigações que assumiu em virtude da sua adesão a estes instrumentos internacionais e contribui ativamente, nos fóruns regionais e internacionais competentes, para o desenvolvimento e aprofundamento dos Direitos Humanos enquanto ramo vivo do Direito Internacional.
O Governo considera, por isso, ser pertinente e oportuna a comemoração destas duas importantes efemérides. Desde logo, como ocasião simbólica para divulgar os direitos humanos, conferindo-lhes maior visibilidade, e para estimular o debate público sobre os mesmos, tendo em conta a realidade nacional, fomentando a reflexão sobre a forma de exercer plenamente a cidadania e de criar uma consciência coletiva dos direitos e obrigações dos cidadãos. Nesta perspetiva, sem prejuízo de outras vertentes de ação que possam vir a ser exploradas, o Governo considera essencial promover iniciativas educativas, em contexto escolar, destinadas a crianças e jovens, que visem a aprendizagem sobre os direitos humanos.»

in Resolução do Conselho de Ministros n.º 48/2018


31 out e 1 nov | "Pão-por-Deus" e Halloweeeeennnnn!!!!!!

"Pão-por-Deus"  e   Halloweeeeennnnn!!!!!! 

Tradição! :)

Chegou a época assinalar o Dia dos Fiéis Defuntos ou Finados, pedir o «Pão-por-Deus» e de celebrar o Halloween! 

A biblioteca escolar divulgou alguns títulos da sua coleção relacionados com a literatura fantástica que, de certo modo, traduzem o espírito desta época:




Dentro das tradições celtas, lembramo-nos também dos «caretos» de Podence, que remontam à época pré-romana.  





Por cá recordamos também uma tradição portuguesa desta época, o «Pão-por-Deus»: 

Lá vai o meu coração
Sozinho sem mais ninguém
Vai pedir o Pão-por-Deus
A quem quero tanto bem.


E, por último, pedimos de empréstimo ao blogue Pumpkin-Famílias Felizes a seguinte resenha sobre a tradição portuguesa do Pão-por-Deus: 

«Em Barqueiros, concelho de Mesão Frio, à meia-noite do dia 1 para 2 de Novembro, arranjava-se uma mesa com castanhas para os parentes já falecidos comerem durante a noite, “não devendo depois ninguém tocar nessa comida, porque ela ficava babada dos mortos”.
Na aldeia de Vila Nova de Monsarros, as crianças faziam os “santórios”, recebiam fruta e bolos e cada criança transportava uma abóbora oca com figura de cara, com uma vela dentro.
“Em Roriz, não se chama Pão por Deus, nem bolinhos, nem santoros a comezaina que se dá aos rapazes no dia de Todos os Santos ou de Finados. O que os rapazes vão pedir por portas, segundo lá dizem, é — os fíeis de Deus.”
Nos Açores, dão-se “caspiadas” às crianças durante o peditório, bolos com o formato do topo de uma caveira, claramente um manjar ritual do culto dos mortos.
Esta atividade é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir “pão-por-deus” nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.»

Tradição!