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quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Partiu Sua Majestade, a Rainha Elizabete II, a monarca do sorriso doce com o mais longo reinado da História

A Sua Majestade, a Rainha Elizabete II do Reino Unido, a monarca do sorriso doce, partiu hoje. 




A Rainha Elizabete II subiu ao trono em 6 de fevereiro de 1952 e partiu no ano da celebração do seu Jubileu no cargo. 

Quando subiu ao trono, em 1947, cumpriu a promessa que fez aos 21 anos: 

Declaro diante de todos vós que toda a minha vida, seja ela longa ou curta, será dedicada a servir-vos e a servir a nossa grande família imperial, à qual todos nós pertencemos”.

Deu posse a 15 primeiros-ministros.  

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Sucede-a Sua Majestade, o Rei Carlos III, que emitiu o seguinte comunicado:

"A morte da minha amada mãe, Sua Majestade, é um momento de grande tristeza para mim e para todos os membros da minha família. 

"Choramos profundamente a morte de uma soberana querida e de uma mãe amada. Sabemos que a sua morte vai ser profundamente sentida no país, nos reinos e na Commonwealth, assim como um pouco por todo o mundo"



Deus salve o Rei!
God save the king! 


Mensagem de condolências do Presidente da República ao Rei Carlos



Majestade,

Foi com profunda e sincera consternação e com um imenso pesar que tomei conhecimento do falecimento de Sua Majestade a Rainha Isabel II.

Neste momento de luto e de dor, apresento a Vossa Majestade e a toda a Família Real, bem como a todos os Britânicos, em nome do Povo português e no meu próprio, os meus sinceros pêsames, transmitindo os meus profundos sentimentos pela perda sofrida.

Estou certo de que Sua Majestade a Rainha Isabel II permanecerá para todos um exemplo de coragem, de dedicação, de estabilidade e de inabalável sentido de serviço público, como o foi ao longo dos seus mais de 96 anos de vida e 70 anos de reinado.

Para Portugal e para todos os Portugueses perdurarão na memória de cada um de nós, com inquestionável carinho e apreço, as visitas que a Rainha Isabel II realizou ao nosso país, em 1957 e 1985. Para mim, pessoalmente, não poderei esquecer a honra do encontro mantido aquando da minha deslocação a Londres, já em 2016.

Confiante nos históricos e inquebrantáveis laços de amizade que unem e continuarão a unir Portugal e o Reino Unido, renovo as minhas mais sentidas e sinceras condolências e apresento a Vossa Majestade a expressão da minha maior estima e consideração pessoal.

Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República Portuguesa


terça-feira, 30 de abril de 2019

Divulgamos - 30-4-2019 | Japão - Fim da Era Heisei

Hoje, 30 de abril de 2019, Sua Alteza Imperial, o Imperador Akihito do Japão abdicou  do trono do Crisântemo, assinalando o fim da Era Heisei   [平成 ], de consolidação da paz,  que decorreu de 8 de janeiro de 1989 a 30 de abril de 2019.

No  seu discurso de abdicação, formulou os votos de «paz e felicidade» para o Japão e para o mundo. 




Sua Alteza Imperial, o Imperador Akihito do Japão, pronuncia o discurso de abdicação ao lado de sua Alteza Imperial, a Imperatriz Michiko do Japão, durante a cerimónia de abdicação no salão Matsu-no-Ma, no Palácio Imperial, em Tóquio. Imagem: Japan Pool/AFP



Selo imperial


Passa o testemunho ao filho, Sua Alteza Imperial, o Imperador Naruhito do Japão, que dá início à Era Reiwa, a era da «venerável harmonia». 


                                                                 Bandeira do Japão


Fernão Mendes Pinto (Montemor-o-Velho, 1510 — Almada, Pragal, 1583), foi dos primeiros portugueses a contactarem o Japão em 1543.  

A sua experiência e viagens pelo oriente ficaram registadas na obra Peregrinação, em que «Peregrinaçam de Fernam Mendez Pinto em que da conta de muytas e muyto estranhas cousas que vio & ouuio no reyno da China, no da Tartaria, no do Sornau, que vulgarmente se chama Sião, no do Calaminhan, no de Pegù, no de Martauão, & em outros muytos reynos & senhorios das partes Orientais, de que nestas nossas do Occidente ha muyto pouca ou nenhu[m]a noticia. E tambem da conta de muytos casos particulares que acontecerão assi a elle como a outras muytas pessoas... / escrita pelo mesmo Fernão Mendez Pinto.»