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terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

2021- 2 de fevereiro - Dia Mundial das Zonas Húmidas assinalado pelos Embaixadores do Ambiente do AEAA

Celebra-se, hoje, o Dia Mundial das Zonas Húmidas, dia que é assinalado por todos os Embaixadores do Ambiente do AEAA-Agrupamento de Escolas anselmo de Andrade, com coordenação da Professora de Biologia,  Isabel Marques. 

De acordo com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICN), em 1997, no dia 2 de fevereiro,  o Comité Permanente da Convenção das Zonas Húmidas com Interesse Internacional para as Aves Aquáticas instituiu o Dia Mundial das Zonas Húmidas (World Wetlands Day). Portugal, que ratificou esta Convenção em 1980, tem atualmente 31 Zonas Húmidas classificadas ao abrigo deste tratado, desde estuários, sapais e pauis até lagoas em altitude e turfeiras, sublina o ICNF.



E o que são zonas húmidas? 

O ICNF define-as como «zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo zonas ribeirinhas ou costeiras a elas adjacentes, assim como ilhéus ou massas de água marinha com uma profundidade superior a 6 m em maré baixa, integradas dentro dos limites da zona húmida».

Refere ainda o ICNF que  «a data comemora a adoção da Convenção, a 2 de fevereiro de 1971, na cidade iraniana de Ramsar, daí ser conhecida também como Convenção de Ramsar. 


A comemoração do Dia Mundial das Zonas Húmidas visa promover a realização, por parte de governos, organizações da sociedade civil e grupos de cidadãos, de ações e atividades que chamem a atenção de todos(as) para a importância das zonas húmidas, para a necessidade da sua proteção e para os benefícios que o cumprimento dos objetivos daquela Convenção pode proporcionar.» 

Recordemo-nos que somente 2,5% da água existente à face da terra é fresca e só menos 1% é utilizável. Rios, lagos e pântanos fornecem a maior parte da água fresca de que necessitamos. Cumpre-nos utilizá-la com cuidado e cuidar da sua qualidade


Medwet — Wetlands for a sustainable Mediterranean region


+ Leituras aqui . 

Filmes aqui.


#EcoEscolasFicaEmCasa
#anselmodeandrade

 #WorldWetlandsDay

#RestoreWetlands



terça-feira, 1 de dezembro de 2020

1 de dezembro - DIA DA ANTÁRTIDA

 

 Os Embaixadores do Ambiente do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade participam hoje, num evento alusivo ao Dia da Antártida.

O Dia Internacional da Antártida comemora-se no dia 1 de Dezembro porque assinala a data de assinatura do Tratado da Antártida, em 1959 que estabelece proteção ao continente antártico e cooperação entre todas as nações que nele realizam investigação.

  A Antártida é um dos sete continentes da Terra localizados no Oceano Antártico, não é propriedade de nenhum país, nem possui nenhuma bandeira.

É amplamente coberto por gelo e o habitat dos animais é no oceano. O Tratado para a Antártida, assinado a 1 de dezembro de 1959, a que Portugal aderiu em janeiro de 2010, aplica-se ao continente antártico e ao oceano circundante a 60 graus de latitude sul e estabelece a proteção do continente antártico e a cooperação entre todas as nações que nele realizam investigação.  

Todas as revindicações territoriais sobre a Antártida foram postas de lado pelo Tratado da Antártida.

Existem estações de pesquisa representando as diversas nações.

Na Antártida, os cientistas estudam o clima global e ecossistema marinho, trabalhando em conjunto, como já foi mencionado, e partilhando informação a nível global.


 De acordo com a FCT, «A importância do estudo das regiões polares assenta na variedade de informação possibilitada, relativamente ao sistema climático global e respetivas alterações e a reconstituições paleoambientais, bem como no conhecimento proporcionado em múltiplos domínios como sejam a oceanografia, a ecologia, a microbiologia, a glaciologia e o espaço. Desta forma, para além do potencial que a região polar encerra em si mesma, a especificidade das suas características presta-se a analogias fundamentais para a compreensão e a previsão das dinâmicas de outros ambientes e planetas.

Os cientistas portugueses têm vindo a desenvolver a sua atividade nas regiões polares beneficiando da colaboração de países com estabelecimentos nestas áreas. A autonomia da comunidade científica nacional dedicada à investigação polar e a boa continuidade dos trabalhos encetados revelaram carecer de uma estrutura logística própria para assegurar a sustentabilidade e a consolidação da atividade aí desenvolvida.»

Fontes:

Portal Polar Português 

FCT – Fundação para a Ciência eTecnologia